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sexta-feira, 19 de junho de 2015

Resumo e Análise - Dragon Ball Z: O Renascimento de Freeza (Fukkatsu no F)

Olá, pessoas!
Bom, como a maioria de vocês deve saber, ontem, dia 18 de Junho, estreou o mais recente filme de Dragon Ball Z, aqui no Brasil "O Renascimento de Freeza". E eu, fã que sou de Dragon Ball (-sqn) fui assistir na estreia, e agora estou trazendo pra vocês minha análise, ou seja, minha humilde opinião sobre o filme...

ATENÇÃO: Eu NÃO sou muuuito fã de Dragon Ball, porém, estou fazendo uma análise crítica do filme, com base em tudo o que sei sobre cinema e na minha opinião pessoal e, além disso, claro, um pouquinho de zueira xD. Não me responsabilizo se alguém se ofender com a minha visão da coisa, okay? Levem as piadinhas na Zoeira, pfv.

[ALERTA DE SPOILER] Não nos responsabilizamos pelos spoilers que você possa vir a ler daqui por diante [ALERTA DE SPOILER]

Resumo
(Sorbet, Sr. Bils, Sr. Wiss, Goku, Freeza, Vegeta, Piccolo, Gohan, Kuririn e Tagoma)
Começamos o filme com Freeza, passando por uma tortura CABULOSA: Preso num jardim florido, com fadinhas, anjinhos, bichinhos de pelúcia e etc. dançando e cantando, felizes se esse é o inferno, eu quero ir pra lá quando morrer. Aí, do nada muda para uns carinhas aleatórios (Sorbet e Tagoma), remanescentes do exército do Freeza, que estão atrás das esferas do Dragão para ressuscitá-lo. Eles conseguem as esferas através de uns personagens secundários sem importância Saori e Shiryuu, que por algum motivo (que eu não sei qual é pq não me lembro) estão com um Radar do Dragão. Após toda essa introdução, eles ressuscitam Freeza, que resolve treinar por 4 meses, para poder enfrentar Goku em sua vingança. 4 meses que se passam em, sei lá... uns 3 segundo no filme.
 (Freeza Ressuscitado)
Bom, Freeza chega na terra onde, por sinal, Goku e Vegeta não estão (porque o Goku adora chegar em cima da hora e tals). Os nossos personagens favoritos se reúnem para lutar contra ele e seu exército.... MENTIRA, contra somente o exército, porque eles ficam se cagando de medo de lutar contra o Freeza. (Gohan, pvf né, querido). Eles passam 30% do tempo de filme lutando contra o exército de Freeza e, quando a gente acha que a situação vai melhorar, já que o Gohan entra em modo Super Saiyajin, é que decepiciona: O Gohan dá um soquinho no cara, e o cara cai desmaiado. (MÁ ENFRENTAR O FREEZA QUE É BOM, ELE NUM QUER ¬¬) 
Enquanto isso, Goku e Vegeta estão treinando com Sr. Wiss num outro lugar, que seria a morada do Sr. Bills (Ver Filmes anteriores). Eles recebem uma mensagem de Bulma e vão para a Terra lutar contra o Freeza.
 (Goku vs. Freeza)
Aí, a parte seguinte do filme, é o Goku dando a maior surra no Freeza, isso sem nem se transformas em Super Saiyajin, se sentindo o todo poderoso. Claro que, depois de quase o filme inteiro, oFreeza revela ainda ter poder escondido e, o Goku, que não é de ficar atrás, resolver mostrar toda a sua forma, se transformando em Super Saiyajin com o poder de um Deus (Nome grande ¬¬) e o Freeza, se transformas em.... *musica de suspense* Freeza Dourado. Bem que o nome da transformação do Goku podia ser Super Saiyajin Azul. xD
 (Freeza Dourado Vs. Goku Super Saiyajin Azul)
Enfim... Aí o Goku dá mais uma surra no Freeza, enquanto o nosso querido Vegeta, fica só assistindo... Quando Freeza está no chão, quase derrotado, Goku volta a contar vantagem, se achando... e como todo trouxa arrogante, leva um tiro de uma arminha pelo Sorbet. E quase morre. Saudades de quando o Goku era humilde. Vegeta finalmente resolve lutar (Vou defender ele: ele queria ter entrado na briga antes, mas o Goku não deixou).

 (Vegeta fodão de Super Saiyajin Azul)
Como o Vegeta pode ser um esquentadinho, porém é sensato, resolve acabar logo com o Freeza, dá uma surra nele e, quando tá pra matá-lo, o nosso Vilão favorito resolve explodir a terra. Lá se foi Vegeta, Truncks, Videl, Pan, No. 18 e sua filhinha... Os outros? Bom, os Outros estão bem, obrigado. Sr. Wiss e Sr. Bills Protegem Bulma, Kuririn, Gohan, Picolo, o carinha da Patrulha Galáctica de nome Jaco, Mestre Kame e Tenshinhan e adivinha quem?! Goku! Ah sim, Vegeta morreu na explosão.
Esse poderia ser o fim do filme? Claro que não. Sr. Wiss vai lá e volta o tempo pra antes da explosão e, novamente quando o Vegeta ia matar o Freeza, Goku vai lá e salva o dia.
"E mais uma vez o dia foi salvo graças as- Ao GOKU!"
Aquabou.
The end.
E este foi o nosso querido filme de Dragon Ball Z.

Análise

Em "O Renascimento de Freeza" podemos ver mais um pedaço de Dragon Ball... o Filme conta a história de... de... de nada. Não tem história por trás do filme. Só se considerarmos ressuscitar Freeza e jogar um monte de pancadaria como história. Deixando a crítica mais ácida de lado: O filme não possui um enredo.

 (Algumas cenas do filme)
Em uma frase, podemos resumir o filme: Freeza renasce, leva uma surra e morre. É apenas uma sucessão de cenas de pancadaria, onde os personagens, que antes nos mostravam muita força, espírito de luta, sentimentos e humildade, agora nos parecem fracos, levando quase metade do filme para derrotar o tal exército de Freeza. Freeza é um adversário forte? Sim, todos sabem, mas, antigamente, todos eles teriam tentado derrotá-lo, por mais que soubessem que não conseguiriam. Tanto que o Kuririn morreu por causa disso.

 (Kuririn)
Em O renascimento de Freeza, os personagens preferem esperar pelo Goku. Eles estão com medo? Não é o que parece. Este é outro ponto que, ao meu ver, deixou muito a desejar: a falta de expressividade e emoções dos personagens. É quase como se fosse cômodo: "Freeza destruiu uma cidade? Não tem problema, a gente vai atrás das esferas do dragão e reconstrói tudo. Freeza vai destruir a terra? Não tem problema, Goku já já chega e derrota ele."
Não há uma renovação nas ameaças, não há uma reviravolta... não há um clímax no filme. Não há um objetivo a ser atingido.
O filme é de um todo ruim? Não. As cenas cômicas foram muito bem pensadas, a animação não deixa muito a desejar, apenas me incomodou o fato de, as cenas de luta, parecerem as cenas dos jogos de Playstation. Existem as referências da atualidade, que foram muito bem colocadas e pontuadas, como Jaco pedindo para tirar Selfie com o Sr. Bills... E a melhor de todas: We Are (Abertura de One Piece) tocando no celular do Kuririn, no começo do Filme. Referência ao fato dele e Luffy possuírem a mesma dubladora japonesa.

 (Kuririn e Luffy)
Por falar em melhor de todas, para mim a melhor parte do filme foi justamente essa: Do Kuririn de policial, trabalhando e quando está em casa com a No. 18.

 (Kuririn, Marron e No. 18)
Enredo fraco, quase inexistente, superestimação excessiva do personagem principal, falta de sentimentos e envolvimento do personagens, sem carisma e sem um grande clímax: Todos estes pontos (Que são basicamente essenciais em um filme) deixam a desejar em "O Renascimento de Freeza".
Dragon Ball é uma franquia muito visada, poderia ter trabalhado melhor neste filme. Mas o fato é que, nosso querido amigo Goku está ficando saturado. Goten, que é um personagem super cativante, junto com Trunks, não apareceram.

 (Goten e Trunks, olha pra eles gente, que coisa fofa :3 pq eles não estão no filme??)
Ainda: Não foi dada a devida atenção aos outros personagens do filme. Fora a passagem de tempo... talvez se tivessem dado uma maior atenção ao treino do Freeza e do Guku/Vegeta, a coisa não teria sido tão feia.

Agora? É esperar pela estreia de Dragon Ball Super e ver qual vai ser né, o que farão de novo com o Goku... se é que vão conseguir renová-lo.
 (Porque a zuera não pode morrer)
Bom, este foi o meu resumo e análise do filme Dragon Ball Z: Fukkatsu no F. Lembrando: Esta é a MINHA opinião. Não tenho a intenção de ofender ninguém, muito menos os fãs da série. Levem as piadinhas no resumo, como PIADAS.
Beijos, da tia Lizzy. ^^

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Os Cavaleiros do Zodiaco: A lenda do Santuário (Filme)

O anime de grande sucesso no Brasil e no mundo, Cavaleiros do Zodíaco (Ou Saint Seiya para os íntimos), fez a estreia do seu filme, ontem, aqui no Brasil, em cerca de 335 cinemas por todo o país. Eu estive lá e assisti ao filme, com cinema lotado. Segue minha crítica sobre, não se preocupem, não vai rolar Spoiller:

Com uma introdução fantástica, de fazer você se arrepiar, dos pés a cabeça, o filme teve seu início. Logo de cara já deu para perceber o cuidado da equipe de arte. A produção não foi criada apenas para ser mais um filme de Saint Seiya, com certeza, mas sim, para se tornar a maior Obra de Arte relacionada ao Anime. Sem batalhas muito sangrentas, com cenas rápidas e fortes, o filme foi pensado para abranger desde crianças até os mais velhos. Até mesmo quem não conhece o "desenho" (coloco aqui entre aspas pois, muitos fãs podem querer me xingar), pode assistir sem medo de não entender. Houve uma preocupação o humor muito grande, todos os personagens ficaram bem divertidos e carismáticos, e isso arrancou muitas risadas. Falando dos cenários: Nada mais espetacular. Desde a ponte no começo do filme, passando pela mansão da Saori e indo para o Santuário... E que Santuário! Muito bem desenhado e estilizado, ficou algo fora de série, parecia outro mundo dentro da história, e acredito eu que esta era a intenção. Quando ele foi mostrado pela primeira vez, arrancou o fôlego de quem assistia.

 (fragmento do Santuário e da estátua de Athena)

Já os personagens... cada um tem sua característica... alguns tiveram a personalidade um pouco alteradas com relação aos originais, porém, eles ficaram muito mais humanos e engraçados. Falando dos protagonistas: O Seiya, que já era um trapalhão, ficou ainda mais divertido e um pouco mais maduro, o jeito de andar e falar os gestos, sempre bem expressivos...
 O Shiryu, o sábio do grupo. Sempre calmo e cauteloso como só ele, ganhou seu tom de comédia justamente por essas características terem sido acentuadas (E claro, com a colaboraçãozinha dos outros personagens também).

 (Shiryu e Seiya)

Hyoga... o que dizer o Hyoga? Ele perdeu um pouquinho da seriedade característica dele, porém, tomou uma postura mais descolada e até masculinizada, eu diria.

 (Hyoga)

 Bem, o Shun... continua com aquele jeitinho ingênuo e um tanto feminino dele, mas isso acabou perdendo um pouco do destaque, por ele ter ficado um pouco apagado na história.
 
 (Shun)

Eu preciso realmente falar do Ikki? (xD) Simplesmente, conseguiram algo que poderia até mesmo ser considerado impossível: Deixaram o Ikki ainda melhor do que ele já era antes. O único ponto negativo se dá na luta na qual ele aparece nas doze casas, muita gente pode ter ficado, ou vai ficar, um pouquinho decepcionado com este fato.

 (Ikki)

E a Saori/Athena se mostrou mais forte e determinada na história, até mesmo menos mimada e antipática do que na história original, e isso me conquistou.

(Saori)

Para as meninas que gostam de um romance, o filme tem uma leve pitadinha de doçura. Bom, se eu fosse falar de todos os personagens, esta crítica iria ficar enorme, mas irei dar um destaque especial para um cavaleiro de ouro. Ou melhor: Uma AMAZONA de ouro. Como assim? É isso mesmo, produção? Sim! Destaque para a Amazona de Ouro Miro, que apareceu pouco, mas fez bonito. E arrancou muitos suspiros, gritos e assobios dos marmanjos e palmas minhas. Ela ficou irônica, sarcástica e levemente sanguinária. Já disse que ela ficou linda? Pois é, acredito que tenha sido o detalhe mais belo do filme.

(Milo de Escorpião)
  Na questão enredo, voltamos a um ponto no qual quero deixar bem claro: Desde os primeiros trailers, sempre foi anunciado que o filme seria apenas BASEADO na Saga das doze casas. É óbvio que não tem como fazer um filme fiel às doze com apenas 93min de duração. Além de não fazer sentido. O que foi feito: Pegaram a essência das 12 casas e dos personagens e criaram uma nova história, com base na original. Claro que muita coisa foi cortada e as cenas são todas muito rápidas. Alguns personagens tiveram sua participação reduzida. Um ponto negativo foi uma espécie de erro de continuidade com o Hyoga, é mais uma falta de explicação de como ele saiu de um lugar e foi parar em outro, do que erro de continuação mesmo.

Agora, falando da dublagem: Como sempre, a Dubrasil conseguiu dar o seu máximo. Eu não consigo me imaginar assistindo esse filme em outra língua, que não seja o português! A cada personagem que aparecia, e a cada primeira palavra, a sala enchia-se de palmas e gritos e meu coração pulava. Acredito que não teria tanta vida se outro estúdio tivesse trabalhado nesse filme! A substituição do Valter Santos (Que faleceu no fim de 2013) pelo Mauro Castro ficou ótima, ele fez um belo trabalho. E a Silvia Goiabeira fazendo a Milo também ficou magnífico.
(Francisco Bretas, Hermes Baroli, Elcio Sodré, Ulisses Bezerra e Leonardo Camilo)
Hyoga, Seiya, Shiryu, Shun e Ikki

Eu, sendo fã de Saint Seiya desde os meus 7/8 anos, achei o filme um máximo e, assim que puder, irei assisti-lo novamente. Quem não foi ainda, eu MEGA recomendo. Não vai haver arrependimentos.
Enfim, essa é a minha opinião sobre o filme, espero que tenha instigado vocês a assistirem!

"E que nossos cosmos se elevem ao MÁXIMO!"